O que “Bohemian Rhapsody” (o filme) e o Queen têm a ver com Employer Branding?

Este fim de semana tive o prazer de assistir no cinema “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de uma das bandas mais importantes e significativas da história do rock, o Queen, com seu inconfundível vocalista, Freddie Mercury, Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo).

Se você é fã do Queen, assista. Se você não é fã do Queen, assista. Se você nunca ouviu falar do Queen, assista também. Porque o filme é mais do que a história da banda, é energia pura. Entretém, humaniza, emociona, é atemporal e não tem idade para amar.

Eu saí do cinema tão ligada em toda a história, vista assim de uma só vez, que eu não consegui parar, por quase dois dias, de cantar mentalmente “Love of My Life” (minha música preferida da banda), de pensar sobre o filme e me emocionar de novo e de novo, até resolver escrever esse texto.

E, é claro, fiquei pensando no quanto a história do Queen tem a ver com Employer Branding, por incrível que pareça:

A visível SINGULARIDADE – A autenticidade do Queen é tudo o que uma marca empregadora busca. No mercado disputado de talentos, o que chama atenção é a singularidade. Pessoas escolhem trabalhar em empresas que sejam únicas, que ofereçam uma experiência inesquecível de trabalho. O Queen era assim. Eles buscavam detalhes em cada música, diferenciais que os fizessem únicos e inesquecíveis para o seu público, seja para atrair novos fâs ou para manter os fiéis. Bohemian Rhapsody (a música), retrata exatamente isso, é a mais pura impressão da singularidade.

A busca incansável pela QUALIDADE e firmeza de PROPÓSITO – Como todo protagonista, e como Queen não foi diferente, a busca incansável pela qualidade é quase sempre um destaque. A obsessão por fazer mais e melhor sempre, não importa se uma música não era considerada “vendável” para o mercado de discos e para as rádios, sem abrir mão da própria essência, sem deixar para trás o que os movia, fazendo música de qualidade para grandes multidões, tocando o coração e a alma das pessoas.

Uma marca empregadora deve ser protagonista, buscar sua qualidade como empregadora o tempo todo, também sem se deixar levar pelos modismos, sem cópia de outras marcas, precisa ser essencialmente ela e não abrir mão dos seu propósito. É isso o que faz com que as pessoas queiram estar junto dessa marca e construir suas histórias como colaboradores dela. Quem faz parte dessa marca empregadora qualificada e com forte propósito, tem orgulho de pertencer e, quem não faz, tem um intenso desejo de fazer parte.

O respeito à DIVERSIDADE – Cada membro do Queen era completamente diferente. E era justamente a diversidade entre eles que os faziam únicos. Tinham suas diferenças, mas buscavam a união a partir da música. Um era engenheiro, o outro astrofísico, o outro dentista, respeitavam o jeito excêntrico, extravagante, nem sempre sociável ou fácil de lidar de Freddie Mercury, aceitando seu homosexualismo e incorporando a personalidade dele de forma brilhante à da banda. Uma boa marca empregadora respeita e incentiva a diversidade e a inclusão, pois sabe que a inovação vêm exatamente de onde surgem as diferenças. É a diferença que nos une. Ter talentos diversos nas equipes é essencial para sobrevivência de qualquer negócio.

O foco na INCLUSÃO – Freddie Mercury era um maestro sublime. Era incrível vê-lo no palco guiando a plateia, como um verdadeiro maestro, deixando que o público cantasse as músicas do Queen. O público sempre foi para eles parte imprescindível do show. Uma das cenas do filme mostra justamente a preocupação genuína da banda de trabalhar a inclusão da platéia quando Brian May incentiva a criação da batida clássica de pés e mãos que guiam a público em “We will Rock you”.

Uma marca empregadora não apenas se preocupa em atrair novos talentos, mas se preocupa em manter os talentos existentes engajados, motivados e participativos no processo de construção de marca empregadora, entendendo que Employer Branding é uma responsabilidade de todos e os resultados são coletivos.

A genuína preocupação com a EXPERIÊNCIA – O Queen se preocupava em proporcionar experiências genuínas aos seus fãs. Cada show era visto como o mais importante e aquele que poderia ser ainda uma experiência mais incrível para a banda e para o público. Tinha que ser LEGAL para todo mundo! Em 1985 o Rock in Rio, foi o show mais importante até aquele momento, depois o Live Aid e assim por diante. Cada experiência deveria ser superior à anterior.

Com Employer Branding o mesmo acontece. Uma marca empregadora deve estar sempre pensando na melhoria da experiência do candidato, com foco na atração de talentos e na experiência do colaborador, como foco na retenção de talentos. As experiências devem ser equivalentes à realidade da marca empregadora, mas nunca devem deixar de ser positivas, afinal, “It’s all about people. It´s all about experience.”

E você, quais outras similaridades consegue ver entre “Bohemian Rhapsody” (o filme), o Queen e Employer Branding?

#EmployerBranding #EVP #MarcaEmpregadora #GestãoDeMarcaEmpregadora #EmployerBrandingBrazil #EmployerBrandingLovers

Foto: https://blitz.sapo.pt/principal/update/2018-10-31-Sera-que-Rami-Malek-canta-mesmo-no-filme-Bohemian-Rhapsody-

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.