“Batata quente”: com quem fica o Employer Branding ?

Nos últimos anos as empresas, especialmente no Brasil, estão tomando conhecimento da importância da Gestão de Marca Empregadora e começando a entender os possíveis resultados que ela pode trazer a médio e longo prazo. Os últimos dois anos têm sido fundamentais para que o Employer Branding seja visível para as organizações e considerado estratégico para o negócio.

Já é possível notar as lideranças fazendo movimentos que têm incorporado profissionais com foco em Employer Branding nas áreas chaves das companhias ou mesmo criando áreas inteiras especificamente para Employer Branding.

O mercado começou a entender que Employer Branding é benéfico para o planejamento da força de trabalho, diminuição do esforço de contratação, atração e retenção de melhores talentos, entre outros.

E, nesse cenário, surge então a pergunta: Com quem deve ficar a responsabilidade pelo Employer Branding?

Estamos falando de gestão de marca, então Employer Branding deve ter o Marketing como responsável? Estamos falando de atração de talentos, então devemos ter Recrutamento como responsável? Estamos falando de retenção de talentos, então estamos falando de Comunicação Interna?

Segundo pesquisa recente EB Now Survey – 2018, da Universum, o mercado não tem uma definição única de quem deve ser a área efetivamente responsável pela Gestão de Marca Empregadora. Notem que, Employer Branding é um assunto ainda tão novo para as corporações que as primeira medições a respeito do tema são de 2016 e, em um cenário comparativo de 2016 até 2018 já é possível verificar mudanças a respeito dessa responsabilidade. Estamos em um ambiente ainda novo para o tema, portanto, ainda bastante propenso a mudanças de rotas.

Com ligeira queda, as áreas de Recrutamento continuam sendo as principais responsáveis por absorver o Employer Branding, o que traduz exatamente a imaturidade que o mercado ainda vive quando falamos de Gestão de Marca Empregadora, pois as empresas ainda preocupam-se mais com a atração de talentos do que com a retenção, enxergando somente a área de entrada como responsável pelo tema.

Ao mesmo tempo, vêm crescendo com mais força a responsabilidade pelo tema junto à liderança sênior, o que demonstra claramente o ganho de posicionamento estratégico do Employer Branding nas companhias, facilitando o amadurecimento do tema nos próximos anos.

De qualquer maneira, independente da área para qual a sua empresa faça oficialmente a alocação tema, o importante é ter uma Gestão de Marca Empregadora bem feita, com foco não apenas na atração, mas também na retenção de talentos. Se as estratégias de Employer Branding fizerem sentido para que os candidatos e colaboradores tenham uma boa experiência com a empresa, você está no caminho certo.

E na sua empresa, qual é a área responsável por Employer Branding? Responda nos comentários!

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